quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Quebrando paradigmas

Já se passavam das 3:00 da manhã e Roberta estava perdida naquele bairro frio e escuro. Tinha visitado uma amiga, iria dormir na casa dela, mas um briga, sim, uma briga, daquelas discussões que os vizinhos escutam, fez com que ela saisse da casa da amiga, mas sem pensar muito em como voltar para casa.

Aquela noite escura, as ruas pacatas onde ouvia-se apenas o barulho do mar, pois ela estava perto do mar.... Ela pensou em voltar e pedir desculpas para a amiga, mas o orgulho falou mais alto. Sabia que a amiga é que deveria se desculpar, principalmente por tê-la deixado sair daquela maneira. De repente um carro... dois faróis altos e luminosos vêem em sua direção... Um carro preto, um astra, vem se aproximando lentamente... o carro para.

- Ei gatinha, quanto é o programa?

Roberta fica transtornada com a pergunta, mas pensa melhor e ve seus trajes e as horas, tudo indicava aquilo e o que fazer? Ela precisava de uma carona.
- Oi. Eu não sou garota de programas, mas podemos negociar uma carona.

Rodrigo, que dirigia o carro, ficou sem entender e encabulado por ter confundido a menina com uma prostituta e viu-se em um dilema. Então ele deciciu conhecer aquela menina. Chamou ela para o carro e conversaram bastante antes de sair e durante a conversa ele decidiu levá-la em casa...

Chegando na casa de Roberta, eles percebem uma certa atração e se beijam, se abraçam e beijam novamente e se cariciam, as carícias começam a percorrer o corpo, os beijos não são mais somente na boca, eles percorrem pela nuca, pescoço e peito... no meio do fogo, Roberta desce a mão até a calça de Rodrigo e abre-lhe o zíper...

Começa a lhe fazer um sexo oral, um maravilhoso sexo oral, Rodrigo sente que este é o melhor sexo oral que já teve... Rodrigo delira, geme e finalmente goza e Roberta engole, tudo, como se fosse leite condensado. Eles se despedem e trocam telefone. No caminho de volta Rodrigo pensa no que lhe aconteceu e vem para si um paradigma que ele tem em mente...

Será que vou me relacionar com uma mulher que fez isso comigo no primeiro encontro?
Rodrigo, pensa e decide... Lógico que sim!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Felicidade e paixão

O que acontece quando estamos apaixonados e não conseguimos atingir o coração da pessoa amada? Deve ser difícil, né? Acho que todo mundo já passou por isso. A gente se sente impotente, mesmo sabendo que poderiamos fazer a outra pessoa feliz... mas será mesmo que poderíamos? Como podemos pensar que vamos conseguir fazer uma outra pessoa feliz se nós ainda não somos? Essa é a questão, que talvez seja até um paradoxo.

Se estamos felizes é bem provavel que existe reciprocidade em nossa paixão, caso não exista, provavelmente estamos infelizes. E se estamos infelizes temos condições de fazer alguém feliz? Eu sei que a partir do momento em que estivermos ao lado da pessoa em questão, ficaremos felizes, mas e a outra pessoa? O que ela sentia antes? Ela era infeliz? Existem muitos questionamentos quando tentamos conquistar uma pessoa que no começo não nos quer. É algo complicado.

Quem acompanha o meu blog sabe que eu sou bem desencanado com isso de amor e paixão, ou seja, se estou afim de alguém e essa pessoa não me quer, paciência, não sou de correr atrás, pois sei que é mais difícil atingir o coração de quem não quer, e posso me tornar chato. Se a pessoa consegue ser feliz de outra forma, que bom! Pois, de coração, o que importa para mim a felicidade dos outros, não somente de quem eu gosto, mas de todos, quisera eu, poder tornar todas as pessoas do mundo felizes, mas infelizmente não consigo. Faço a felicidade de quem eu posso.

E você, consegue fazer outra pessoa feliz sem querer algo em troca?

domingo, 21 de setembro de 2008

Irielo

Bom papo, boa amizade, isso tudo é muito importante para algo inesperado que vai acontecendo aos pouquinhos... Quando ouve o encontro ele foi Gerado.