Aquela noite escura, as ruas pacatas onde ouvia-se apenas o barulho do mar, pois ela estava perto do mar.... Ela pensou em voltar e pedir desculpas para a amiga, mas o orgulho falou mais alto. Sabia que a amiga é que deveria se desculpar, principalmente por tê-la deixado sair daquela maneira. De repente um carro... dois faróis altos e luminosos vêem em sua direção... Um carro preto, um astra, vem se aproximando lentamente... o carro para.
- Ei gatinha, quanto é o programa?
Roberta fica transtornada com a pergunta, mas pensa melhor e ve seus trajes e as horas, tudo indicava aquilo e o que fazer? Ela precisava de uma carona.
- Oi. Eu não sou garota de programas, mas podemos negociar uma carona.
Rodrigo, que dirigia o carro, ficou sem entender e encabulado por ter confundido a menina com uma prostituta e viu-se em um dilema. Então ele deciciu conhecer aquela menina. Chamou ela para o carro e conversaram bastante antes de sair e durante a conversa ele decidiu levá-la em casa...
Chegando na casa de Roberta, eles percebem uma certa atração e se beijam, se abraçam e beijam novamente e se cariciam, as carícias começam a percorrer o corpo, os beijos não são mais somente na boca, eles percorrem pela nuca, pescoço e peito... no meio do fogo, Roberta desce a mão até a calça de Rodrigo e abre-lhe o zíper...
Começa a lhe fazer um sexo oral, um maravilhoso sexo oral, Rodrigo sente que este é o melhor sexo oral que já teve... Rodrigo delira, geme e finalmente goza e Roberta engole, tudo, como se fosse leite condensado. Eles se despedem e trocam telefone. No caminho de volta Rodrigo pensa no que lhe aconteceu e vem para si um paradigma que ele tem em mente...
Será que vou me relacionar com uma mulher que fez isso comigo no primeiro encontro?
Rodrigo, pensa e decide... Lógico que sim!








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