As coisas naquela época, me faziam ver um mundo bem diferente, as pessoas confiavam umas nas outras, talvez pelo lugar em que moravam, em uma fazenda. Naquele tempo a palavra era a lei e foi assim que meu pai conseguiu as coisas, confiando nas palavras das pessoas.
Certo dia, quando papai estava juntando feno, apareceu um senhor pedindo dinheiro emprestado a ele e papai prestativo, como sempre, o ajudou. O homem era recém-chegado por aquelas terras, mas mesmo assim, apenas a palavra dele valeu para o empréstimo.
Passou o tempo previsto para o pagamento da dívida e nada do homem pagar à meu pai. Entretando, seu João, meu pai, não deixava as coisas passarem facilmente e começou a cobrar o homem constantemente. Em um dia que eu brincava no curral ouvi alguns tiros, fui sorrateiramente ver o que havia causado o barulho e vi meu pai caído no chão e o homem correndo apavorado... Nunca mais vi o homem, mas ele, com certeza, me verá novamente.







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1 Contrariedades:
Será que o pai João sobreviveu? E o filho, fará a vingança acontecer? O perdão é uma virtude de poucos...
Meerstempel, você deixou a estória com gostinho de quero mais...rsrs. Adoro suspense!
Beeeeijos da Branquinha.
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